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2 de dezembro de 2007

Morretes 01/12/2007

Nesse sábado descemos para Morretes. Marcamos com o pessoal 06:30h na Praça das Nações, antes de ir pra lá encontrei com o Daniel no caminho. Chegamos 06:20h e encontramos o Rafael Sartori por lá, esperamos mais alguns minutos e chegou o Rafael Gassner, em seguida a Mariana, Nelson e por ultimo, bem atrasado, e de táxi, o Fernando. Foi bem engraçado quando ele chegou com o táxi.
Todos prontos e saímos sentido Pinhais, pedalamos pela Estrada do Encanamento até o Contorno Leste por onde seguimos até a entrada da Estrada D. Pedro. O ritmo estava bem tranquilo e não tivemos qualquer problema até então. Resolvi murchar um pouco os pneus e acabei murchando demais, enchi novamente e continuamos. A estradinha já é bem conhecida de outros passeios, sobe um pouco, desce um pouco. Sobe muito, desce muito.
Lá pelas tantas avistamos um Bufalo correndo pelo pasto em direção a estrada, no limite do pasto havia um cerca. Pois é, a cerca e nada era a mesma coisa, já que o Bufalo pulou ela e invadiu a estrada, isso assustou "um pouco", mas iriamos continuar mesmo assim se não fosse um senhor nos falar para parar porque o Bufalo era bravo. Ele disse que há uns dias alguns Bufalos destruiram algumas motos que estavam passando pela estrada e que um deles em outra situação acabou lhe quebrando a perna. Bom, isso assustou bastante, mas tinhamso que passar de qualquer maneira, não seria legal ter que voltar pra casa por causa de um Bufalo. De qualquer maneira continuamos, e qualquer coisa fugiriamos do Bufalo. O pessoal ficou preocupado, mas eu nem tanto, afinal, não precisava correr mais que o Bufalo pra fugir dele, precisava apenas correr mais do que qualquer outra pessoa que estivesse por ali :-)
Passada essa estapa de nosso passeio tudo se acalmou novamente, entramos pela Trilha do Alemão, no meio do caminho furou um pneu na bicicleta do Fernando, e quando estávamos saindo da trilha encontramos outro grupo que estava pedalando por ali.
Chegamos no asfalto, no início da descida. Decidimos parar no primeiro caldo de cana e em seguida descer direto. E foi isso mesmo que fizemos, paramos no primeiro caldo de cana e depois descemos direto, fizemos um mini pelotão, eu, Rafael, Fernando e o Daniel, descemos juntos até a ponte de ferro, podamos vários carros durante a descida, o legal foi um trecho em que não encontramos nada pelo caminho, a estrada parecia ser nossa. Muito Bom!
Chegamos na ponte de ferro, paramos por alguns minutos mas não chegamos a entrar no rio. Continuamos direto até Morretes, almoçamos no Restaurante Casarão, dali o Fernando e a Mariana voltaram de carro com um amigo que desceu para encontrar com eles lá. Do restaurante fomos até a bicicletaria de um amigo do Rafael para ele buscar a carretinha, encontramos com o Edson no caminho, ele estava vindo de Curitiba com a familia. Quando chegamos na entrada para o Anhaia, o Nelson iria seguir por outro caminho, pois iria até Paranaguá, mas conseguimos convencer ele a subir com a gente. Enfrentamos alguns quilometros na estradinha esburacada até que finalmente iriamos começar a subir o Anhaia (ou pelo menos tentar subir). Mas antes, paramos para tomar banho de rio, a água gelada deu uma boa relaxada.
A subida é muito ingrime, empurramos 95% do trecho. Quando alcançamos a br277 o Nelson desceu pra Paranaguá e nós continuamos subindo. Os 2 Rafael dispararam na frente, eu comecei a subir no meu pique mas percebi que o Daniel havia ficado pra trás, parei e resolvi esperar ele pra subirmos junto, ele já estava cansado e o ritmo dele não estava rendendo como o meu, mas mesmo assim subimos junto. Paramos algumas vezes pra descansar, comer o que sobrou, ou só pra conversar mesmo. Subimos um bom trecho até que ele resolveu ligar pra alguem chamando "resgate". Infelizmente (ou felizmente) o celular não funcionou lá, continuamos subindo até que uma hora ele conseguiu falar com algumas pessoas, nessa hora liguei para o Rafael e falei para eles continuarem sem esperar por nós, já que provavelmente iriamos pegar uma carona. Acabou que ninguem pode vir buscar a gente, com não teve outra maneira continuamos pedalando, paramos em uma casa que vendia queijo e salame pra fazer um lanche, ali o Daniel se recuperou bem e conseguimos continuar pedalando. Chegamos no pedágio tranquilo. Agora faltava pouco, fizemos o trecho pedágio-Curitiba em 40 minutos. Não baixamos de 30km/h, no viaduto da Av. Rui Barbosa alguns maloqueiros de bicicleta invadiram a pista e o acostamento, ficamos meio preocupados com roubo, mas demos um sprint e deixamos eles pra trás berrando muitos palavrões. Quando anoiteceu já estávamos passando pela coca-cola. A estrada estava muito movimentada, entramos pelo Jardim Botanico e seguimos pela canaleta até o Estação, de onde cada um pegou o seu caminho. Cheguei em casa 20:40h com 160km e com a certeza de missão cumprida. Aposto que o Daniel tambem, já que ele se superou nos trechos de maior dificuldade e desgaste.
As fotos foram tiradas pelo Rafael, para ver todas elas em tamanho original, clique aqui.
Para ver o caminho clique aqui.

Leandro