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4 de julho de 2016

Bela Vista

Pedal meio período para esse sábado, aceitei o convite do Joca para descer até o Bela Vista, na serra do mar. Saímos do posto do jardim das américas as 07:00h e seguimos de carona atrás de um pelotão até a serra praticamente, na última súbida antes de começar a descer não consegui mais acompanhar e segui sozinho. 
Após os viadutos havia abastante neblina. Chegamos cedo no bela vista, paramos para tomar um café e antes das 9h já iniciamos a subir de volta.
O visual da neblina estava bacana, logo que iniciei o pedal parei pra tirar algumas fotos e acabei ficando pra trás. O trecho entre o Bela Vista e o pedágio foi feito em pouco mais que 1:30h, que eu lembre foi a súbida mais rápida que já fiz. Mesmo não sendo grande coisa fiquei satisfeito com o tempo.
Chegando no pedágio havia muita gente, fila pra pegar café/água inclusive. Na chegada em Curitiba não vi o Joca e toquei direto pra casa. Quando cheguei em casa recebi mensagem dele me esperando no posto ainda. Desencontros.
Números do pedal:
-Início: 06:40h
-Término: 11:45h
-Distância: 106,7km
-Média: 25,6km/h
-Máxima: 58,3km/h

29 de junho de 2016

Portal da Graciosa

Sábado (25/06) teve pedal de MTB pelo asfalto, encontrei com o Du 06:30h no posto do jardim das américas e em seguida com o Thiago na coca-cola. Seguimos até o ponto de encontro oficial do pedal no posto da Av. Rua Barbosa com a 277 aonde encontramos todo o grupo.
Após reunir o grupo seguimos pelo contorno até a estrada D.Pedro e no final da estrada nos separamos, o grupo iria descer para Morretes e nós três retornaríamos desse ponto. Fizemos uma parada rápida pra comer um pastel no portal e voltamos pela 116 até Curitiba.
Números do pedal:
-Início:06:20h
-Fim: 12:40h
-Distância: 105km


20 de outubro de 2013

Bela Vista

Sábado (19/10) fizemos um bate-volta até a lanchonete Bela Vista, na Serra do Mar. Tivemos muitos atrasos e contratempos, o que acabou deixando o pedal mais demorado que o planejado, de qualquer maneira foi um pedal bem bonito.












Números do pedal:
Início: 07:00h;
Fim: 14:55h;
Tempo pedalando: 05:02h;
Distância: 112km;
Média: 22,2km/h;
Máxima: 68km/h.

23 de outubro de 2011

Estrada da Graciosa

O pedal desse domingo começou com destino à Bocaiuva do Sul, guiado pelo Du. Acordei atrasado e foi a maior correria pra conseguir encontrar o Daniel no caminho e seguir pro ponto de encontro no Colégio Militar. Chegando lá encontramos o resto do pessoal e seguimos pela 116 sentido SP.
Durante o pedal conversando com o Daniel decidimos mudar os planos e ao invés de seguir no pedal com o grupo resolvemos ir pra Morretes, afinal a entrada da Graciosa estava poucos kms a frente e o dia estava bonito, com céu azul e sol. Nos separamos do grupo perto de Quatro Barras e logo estávamos no Portal da Graciosa, onde paramos pra tirar foto e já seguimos adiante.
Paramos apenas no primeiro mirante pra foto e na Ponte de Ferro, para fotos também. A última parada foi no centro de Morretes e por fim na rodoviária, onde pegamos ônibus de volta pra Curitiba.
Logo que decidimos descer a Graciosa pensamos em ir até Guaratuba, almoçar e voltar de ônibus durante a tarde, porém acabamos mudando de planos na chegada a Morretes, se pegássemos um ônibus ali poderia almoçar em casa com a família, dito e feito.
Números do pedal:
- Início: 06:45h;
- Fim: 12:40h
- Tempo pedalando: 03:15h;
- Distância: 79km;
- Média: 24,3km/h;
- Máxima: 53km/h;
- Gastos: RS28,80 (passagem + taxa da bike).

19 de junho de 2010

Anhaia - Graciosa - Trilha do Alemão - D. Pedro

Após quase dois anos sem ir pra Morretes (dia 21 completaria 2 anos) nesse sábado fizemos um pedal pela região. Saímos de Curitiba ainda noite, 06:00h e seguimos pela 277, estávamos em quatro: Leandro, Guilherme, Jefferson e Rafael. No trevo do contorno encontramos com o Fabricio e seguimos direto até o pedágio, onde estava fazendo 7°C.
Tomamos um café e logo seguimos adiante, a estrada estava com pouco movimento, fizemos um pedal bem tranquilo.
Descemos pelo Anhaia, e já perto de Morretes um trem bloqueou a estradinha, ficamos um tempo esperando até que ele parou e conseguimos atravessar pelo meio dos vagões. Passamos pelo centro histórico de Morretes, paramos pra algumas fotos e logo seguimos adiante, parando em Porto de Cima num mercadinho e depois perto de São João pro Fabricio consertar um pneu furado.
Chegando em São João o Fabricio tomou um caminho diferente do nosso, seguiu pra Antonia. Na noite anterior ele trabalhou até as 04:00h e conseguiu dormir apenas uma hora, de Antonina voltaria de ônibus.
Chegando no Recanto Mãe Catira paramos pra lanchar, comemos alguns pastéis com coca e logo começamos a subir o paralelepípedo. Iniciamos a subida 11:00h, cheguei no final dela 12:35h, foi a melhor subida que já fiz. O Gassner já estava lá em cima esperando por nós a algum tempo, mesmo tendo um pneu furado durante a subida.
Quando estávamos no último mirante/quiosque já sentimos como estava o vento. Voltamos pela Trilha do Alemão, nesse trecho o Gassner teve mais dois furos. A trilha está com cara de estradinha. Chegando na Estrada D. Pedro o vento pegou de vez, pra mim foi o pior trecho do pedal, ventava muito e a fome começou a pegar. A sorte foi ter comprado aipim chips na graciosa, comi um pouco e melhorei. Chegando no contorno pegamos vento a favor, e com isso fizemos esse trecho mais rápido que o habitual, fizemos mais uma parada na Estrada do Encanamento pra mais alguns pastéis com coca e voltamos pro contorno.
Passamos ainda por um trecho do Caminho Trentino e chegamos na 277 com um vento contra absurdamente forte. Vim me arrastando pelo acostamento. Cheguei em casa 17:30h com 153.6km e média 18.1km/h.

23 de junho de 2008

Descida da serra e Estrada da Limeira

Sábado (21/06) fizemos mais um pedal pra Estrada da Limeira, havia tempo que estávamos combinando de fazer ele, mas só agora deu certo. Quer dizer, quase deu certo.
Nos encontramos as 06:30h em frente ao Circulo Militar, e saímos por trás do Jardim Botânico para pegar a 277 sentido praias. Já no começo tivemos vários pneus furados, a maioria do Mildo :-) Descemos a serra e no fim dela paramos num posto pra fazer um lanche.
Depois dessa parada seguimos direto até a entrada da estrada de chão. Essa estradinha é show, já no inicio tem um belo visual. Começamos a subir a serrinha, alguns subiram direto, outros fizeram paradas "estratégicas" durante o caminho, mas no fim todos subiram. No alto da subida mais alguns pneus furados, e então começamos a descer, eu sai na frente mas logo parei pra tirar algumas fotos e acabei ficando pra trás, na hora que voltei a descer cai. Não sei como foi e nem o motivo, só sei que cai, rachei meu capacete em vários lugares e só lembro do Daniel e do Mildo falando comigo enquanto o resgate não chegava. Fim de pedal :-(
Fui levado para o hospital em Morretes aonde permaneci o resto do dia. Meu pai e meu irmao foram me buscar, e o resto do grupo subiu de volta pra Curitiba numa kombi. Tirei alguns raio-x e não quebrei nada, apenas me ralei inteiro e bati a cabeça com muita força, o que causionou vomito logo após a queda. Mas agora ta tudo bem, estou me recuperando bem e estou de férias das pedaladas por tempo indeterminado.
Agradeço a força que meus amigos me deram na hora e por todo apoio que tenho recebido.
Enfim, não quero me alongar e encerro esse post por aqui com um vídeo das fotos e filmagens que fiz durante o passeio.



Leandro

22 de abril de 2008

PR 410 - Estrada da Graciosa

Segunda-feira, feriado (21/04), resolvemos fazer um pedal na Graciosa, fomos em 4, Leandro (eu), Daniel, Fabrício e Juan. Os dois últimos do Curitibikers. Começamos a pedalar 14:00h no Portal da Graciosa, saímos num ritmo meio forte, fiz a primeira parada no primeiro recanto pra tirar algumas fotos e continuamos descendo, o tempo estava aberto e bem bonito, a estrada estava muito movimentada e com isso não deu pra soltar muito. Chegamos em Morretes com 01:10h de pedal. O Fabrício e o Juan ficaram 5 minutos e já começaram a voltar, eu e o Daniel ficamos pra trás mas também não demoramos, e 15:30h já começamos a fazer o caminho de volta. Estávamos andando numa boa velocidade, pra chegar até a ponte de ferro demoramos 50 minutos, paramos num quiosque para lanchar e voltamos a pedalar 16:40h, mas foi só começar a pedalar que começou a chover.
De começo a chuva parecia ser apenas uma chuva comum, dessas que vem e logo passam, nem me preocupei, enquanto tivesse os pés secos e quentes tava bom, mas foi só pensar nisso pra chuva piorar, ficou muito forte, gelada e com pingos grossos, em menos de 1 minutos já tinha água correndo dentro da sapatilha. O paralelepípedo tinha horas que se transformava num riacho, de tanta água que descia. Foi uma subida um tanto "diferente", já que misturamos frio, chuva, paralelepípedo e trânsito. Mas mesmo assim consegui subir num bom ritmo, sempre com a marcha em 1:4 consegui manter 13km/h quase todo o tempo, quando ficava junto com o Daniel a velocidade caiu um pouco, mas subi bem melhor que todas as outras vezes.
Quando estávamos chegando perto do asfalto uma saveiro parou ao nosso lado e nos ofereceu uma carona. Que maravilha! Passamos bastante frio na caçamba, mas pelo menos chegamos rapidinho nos carros.
Terminamos o pedal 18:00h com 60km e média geral de 20km/h. Um bom treino!



Leandro

2 de dezembro de 2007

Morretes 01/12/2007

Nesse sábado descemos para Morretes. Marcamos com o pessoal 06:30h na Praça das Nações, antes de ir pra lá encontrei com o Daniel no caminho. Chegamos 06:20h e encontramos o Rafael Sartori por lá, esperamos mais alguns minutos e chegou o Rafael Gassner, em seguida a Mariana, Nelson e por ultimo, bem atrasado, e de táxi, o Fernando. Foi bem engraçado quando ele chegou com o táxi.
Todos prontos e saímos sentido Pinhais, pedalamos pela Estrada do Encanamento até o Contorno Leste por onde seguimos até a entrada da Estrada D. Pedro. O ritmo estava bem tranquilo e não tivemos qualquer problema até então. Resolvi murchar um pouco os pneus e acabei murchando demais, enchi novamente e continuamos. A estradinha já é bem conhecida de outros passeios, sobe um pouco, desce um pouco. Sobe muito, desce muito.
Lá pelas tantas avistamos um Bufalo correndo pelo pasto em direção a estrada, no limite do pasto havia um cerca. Pois é, a cerca e nada era a mesma coisa, já que o Bufalo pulou ela e invadiu a estrada, isso assustou "um pouco", mas iriamos continuar mesmo assim se não fosse um senhor nos falar para parar porque o Bufalo era bravo. Ele disse que há uns dias alguns Bufalos destruiram algumas motos que estavam passando pela estrada e que um deles em outra situação acabou lhe quebrando a perna. Bom, isso assustou bastante, mas tinhamso que passar de qualquer maneira, não seria legal ter que voltar pra casa por causa de um Bufalo. De qualquer maneira continuamos, e qualquer coisa fugiriamos do Bufalo. O pessoal ficou preocupado, mas eu nem tanto, afinal, não precisava correr mais que o Bufalo pra fugir dele, precisava apenas correr mais do que qualquer outra pessoa que estivesse por ali :-)
Passada essa estapa de nosso passeio tudo se acalmou novamente, entramos pela Trilha do Alemão, no meio do caminho furou um pneu na bicicleta do Fernando, e quando estávamos saindo da trilha encontramos outro grupo que estava pedalando por ali.
Chegamos no asfalto, no início da descida. Decidimos parar no primeiro caldo de cana e em seguida descer direto. E foi isso mesmo que fizemos, paramos no primeiro caldo de cana e depois descemos direto, fizemos um mini pelotão, eu, Rafael, Fernando e o Daniel, descemos juntos até a ponte de ferro, podamos vários carros durante a descida, o legal foi um trecho em que não encontramos nada pelo caminho, a estrada parecia ser nossa. Muito Bom!
Chegamos na ponte de ferro, paramos por alguns minutos mas não chegamos a entrar no rio. Continuamos direto até Morretes, almoçamos no Restaurante Casarão, dali o Fernando e a Mariana voltaram de carro com um amigo que desceu para encontrar com eles lá. Do restaurante fomos até a bicicletaria de um amigo do Rafael para ele buscar a carretinha, encontramos com o Edson no caminho, ele estava vindo de Curitiba com a familia. Quando chegamos na entrada para o Anhaia, o Nelson iria seguir por outro caminho, pois iria até Paranaguá, mas conseguimos convencer ele a subir com a gente. Enfrentamos alguns quilometros na estradinha esburacada até que finalmente iriamos começar a subir o Anhaia (ou pelo menos tentar subir). Mas antes, paramos para tomar banho de rio, a água gelada deu uma boa relaxada.
A subida é muito ingrime, empurramos 95% do trecho. Quando alcançamos a br277 o Nelson desceu pra Paranaguá e nós continuamos subindo. Os 2 Rafael dispararam na frente, eu comecei a subir no meu pique mas percebi que o Daniel havia ficado pra trás, parei e resolvi esperar ele pra subirmos junto, ele já estava cansado e o ritmo dele não estava rendendo como o meu, mas mesmo assim subimos junto. Paramos algumas vezes pra descansar, comer o que sobrou, ou só pra conversar mesmo. Subimos um bom trecho até que ele resolveu ligar pra alguem chamando "resgate". Infelizmente (ou felizmente) o celular não funcionou lá, continuamos subindo até que uma hora ele conseguiu falar com algumas pessoas, nessa hora liguei para o Rafael e falei para eles continuarem sem esperar por nós, já que provavelmente iriamos pegar uma carona. Acabou que ninguem pode vir buscar a gente, com não teve outra maneira continuamos pedalando, paramos em uma casa que vendia queijo e salame pra fazer um lanche, ali o Daniel se recuperou bem e conseguimos continuar pedalando. Chegamos no pedágio tranquilo. Agora faltava pouco, fizemos o trecho pedágio-Curitiba em 40 minutos. Não baixamos de 30km/h, no viaduto da Av. Rui Barbosa alguns maloqueiros de bicicleta invadiram a pista e o acostamento, ficamos meio preocupados com roubo, mas demos um sprint e deixamos eles pra trás berrando muitos palavrões. Quando anoiteceu já estávamos passando pela coca-cola. A estrada estava muito movimentada, entramos pelo Jardim Botanico e seguimos pela canaleta até o Estação, de onde cada um pegou o seu caminho. Cheguei em casa 20:40h com 160km e com a certeza de missão cumprida. Aposto que o Daniel tambem, já que ele se superou nos trechos de maior dificuldade e desgaste.
As fotos foram tiradas pelo Rafael, para ver todas elas em tamanho original, clique aqui.
Para ver o caminho clique aqui.

Leandro

21 de outubro de 2007

Anhaia, Morretes e Graciosa

No último sábado (20/10) fizemos um passeio tradicional: Morretes.
Nos encontramos 05:30h em frente ao Shopping Estação, Eu, Rafael, Rafael, Edson, Daniel, e Sérgio. Saímos por trás do jardim Botânico e pegamos a BR277 ainda escuro. Pedalamos até o cruzamento com a Av. Rui Barbos em São José dos Pinhais onde encontramos com o Renato. Aproveitei pra comprar um pacote de bolacha e seguímos pela escuridão, parando novamente só no pedágio pra tomar café e jogar um pouco de conversa fora. Com o estomago quente de café continuamos pela estrada, o tempo estava nublado, o asfalto molhado, e pouco movimento de carros e caminhões. Bem agradável pra pedalar.
Logo na início da descida tivemos os dois primeiros furos do dia, do Sérgio e do Daniel ao mesmo tempo. Paramos fora do acostamento para trocar a camara e continuamos a descida.
Em alguns trechos meu ciclo marcava 75km/h, mas não deu coragem de continuar olhando pra ele. Não demorou e chegamos no viaduto dos Padres, paramos alguns minutos pra tirar fotos e já entramos na estradinha do Anhaia. Descida bem violenta com curvas fechadas e cheia de pedras soltas. Na primeira curva passei reto e fui conseguir parar a bicicleta no meio do mato apenas. Todos desceram juntos, solta na reta e freia tudo que dá nas curvas, parei um momento pra tirar uma foto e comecei a sentir um cheiro estranho. Meu freio estava fedendo queimado, a impressão é que poderia fritar um bifé em cima dos discos rapidamente.
O trecho de descida acabou dando início a estradinha plana beirando o rio. Local muito bonito, não demorou e chegamos em Morretes 08:30h. Paramos na oficina de um amigo do Rafael para apertar um pedivela frouxo na bicicleta do Sérgio e continuamos até o centro de Morretes. Paradinha pra tirar foto e seguimos até Porto de Cima, onde o Rafael ia buscar a carretinha de cicloturismo. Ficamos um tempo no sítio da família do Edson descansando, brincando com o cachorro e nos preparando pra iniciar a subida.
Durante o trajeto, um caminhão quase nos arremessou longe da estrada, tirou uma fina do grupo e assustou todos.
O Sérgio e o Edson ficaram no sítio e mais tarde voltariam de carro.
A região é muito bonita, muito verde, muitas flores. Chegamos na Ponte de Ferro 11:00h. Paramos pra tomar banho de rio e comer um pastel, saímos da ponte 12:00h e enfrentamos muito calor na subida, a ausência de vento deixou o clima muito abafado, chegando a sentir falta de ar. Paramos algumas vezes durante a subida, pra beber água, tirar foto, e até pra descansar. Subi a uma média de 8km/h com picos de 12km/h em alguns trechos. Em um dos recantos um senhor gordo olhou pra nós e disse: "Mas de carro é tão mais fácil". Chegamos no último recanto 02:00h depois da saída da ponte de ferro. O cansaço já estava batendo, e ainda fatavam 60km até chegar em Casa, mas agora teria descidas.
Na volta entramos pela Trilha do Alemão, essa trilha é fantástica, sem palavras. São +-5km dentro da mata atlântica até acabar na Estrada D.Pedro, antiga estrada da Graciosa. Descemos bastante, mas em compensação subimos muito até alcançarmos o contorno leste.
Seguímos torrando no sol até o trevo com a BR277, paramos novamente no cruzamento com a Av. Rui Barbosa pra repor as energias, e descansar. O Renato seguiu pra São José e nós pra Curitiba. Chegando no viaduto da BR116 o Daniel teve mais um pneu furado. Arrumamos rapidamente e seguimos pro Centro.
Cheguei em casa 19:00h com 164km de pedal. Cansado, sujo, torrado pelo sol, mas muito feliz e com a sensação de missão cumprida.

Fotos tiradas pelo Rafael e as minhas em tamanho original, clique aqui.
Caminho no Google Earth clique aqui.
Caminho no Google Maps com as fotos referenciadas clique aqui.

Leandro

8 de setembro de 2007

Curitiba - Morretes - Garuva

Feriado de 07 de setembro. Vários foram os planos do que fazer, mas apenas na noite anterior definimos algo: Fazer o trecho incompleto da BR101 entre Morretes-PR e Garuva-SC com o pessoal do Curitibikers. A BR101 cruza o país do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, porém, existem alguns trechos que não foram concluidos ou são desviados por rodovias estaduais, como é o caso do Paraná onde ela desvia pela BR376 devido a uma área de preservação da mata atlântica. São 70km de estrada de chão.
Saímos em 7 as 08:30h do Jardim Botânico seguindo pela movimentada BR277 até a altura de Morretes, foram 70km de muito trânsito, 5 pneus furados, e até um tombo de um colega de pedal.
Logo após a entrada para Morretes pegamos uma estradinha de terra saindo a direita. Na primeira tentativa tomamos o caminho errado e na procura do caminho certo atravessamos um pequeno rio.
Agora no caminho certo, não demorou muito pra ter outro pneu furado. Sofri com as butucas que se deliciaram com minhas pernas, braços e até mão. Andamos ao lado de um riacho por algum tempo e começamos a subir uma ingreme serra. Partimos de 5m para chegarmos a quase 400m. Não havia sol, mas também não havia vento, o que deixou o clima bem abafado e dificultou ainda mais a subida. Pedalei por alguns trechos, empurrei a bicicleta em outros, mas no fim cheguei ao topo. Reunimos todo o pessoal e começamos a descer, na descida, a estrada estava com muita lama e muito esburacada, desci devagar, já o resto do grupo soltou o freio e desceu de verdade.
Paramos pra almoçar as 14:30h em um recanto de pesacadores. Comi esfihas, doce de leite, doce de abóbora e refrigerante. Aproveitei o rio para me lavar e tirar um tanto da lama acumulada nas pernas. Almoçamos rapidamente e partimos, agora a estrada seguia mais plana, porém com muitos buracos e poeira ainda.
Passamos por Limeira, Cubatão, rios, fazendas, milhares e milhares de bananas, encontramos 2 aviões estacionados em um barracão, e chegamos em Garuva as 17:50h. Guardamos as bicicletas na van e a viagem até Curitiba foi bem tranquila.
Cheguei em casa com 143km, bem sujo, cansado, e com dor nos braços devido a todos os buracos que passei. Mas com certeza pronto para a próxima.